Eu e o mundo
estamos preocupados
a crise bate lá bem no fundo
e somos todos culpados.
Estamos no Outono
a aproximarmo-nos do Natal
mas o tempo ainda está morno
por causo do aquecimento global.
Tudo está mal
já quase não existe juízo
o que seria normal?
no Outono chover granizo.
Eu e o mundo
estamos assim
eu continuo a gostar do mundo
e ele de mim.
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
quinta-feira, 13 de novembro de 2008
Eu e o Mundo
“O eu e o mundo”,hoje em dia
é motivo de reflexão
não de alegria,
será que ninguém pensa
que se deve à apatia?
As pessoas agora estão
de partida para a conquista
não se apercebendo nem preocupando
com quem arrasarão.
Hoje em dia, o Eu ultrapassa o mundo,
ultrapassa o Tu, ultrapassa o nós
Hoje em dia nada (ou quase nada) é puro,
tudo é profundo, tudo é feroz.
As pessoas terão que aprender
que o seu papel é importante,
agora e doravante,
mas para isso a verdade terá que prevalecer.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
Eu E O MUNDO
Eu amo o Mundo,
é a minha casa, a minha educação.
Tenho o Mundo em mim:
rebenta-me o ser
e agita-me a alma.
Vivo no Mundo,
e ele vive em mim.
Porque muitas das vezes
sou um simples respirar,
outras uma pessoa inigualável.
Queria que o Mundo me
quebrasse a cabeça.
Estala-se esta existência finita,
e me tornasse em algo solto.
Para voar mais alto e
conhecer outros Mundos,
Mundos que não o nosso
Sim, porque, eu, tu, nós,
compomos o Mundo.
Nós somos o Mundo.
Somos nós ,eu, que lhe damos vida.
Eu sou uma mera vida no Mundo
e ele é o único sitio que tenho para ficar.
é a minha casa, a minha educação.
Tenho o Mundo em mim:
rebenta-me o ser
e agita-me a alma.
Vivo no Mundo,
e ele vive em mim.
Porque muitas das vezes
sou um simples respirar,
outras uma pessoa inigualável.
Queria que o Mundo me
quebrasse a cabeça.
Estala-se esta existência finita,
e me tornasse em algo solto.
Para voar mais alto e
conhecer outros Mundos,
Mundos que não o nosso
Sim, porque, eu, tu, nós,
compomos o Mundo.
Nós somos o Mundo.
Somos nós ,eu, que lhe damos vida.
Eu sou uma mera vida no Mundo
e ele é o único sitio que tenho para ficar.
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Eu e o Mundo (2)
No ano de 1991, o dia 29 de Janeiro,
Para alguns, foi um dia muito agitado.
Durante a noite esteve um grande nevoeiro
E foi ai que eu nasci. Enrolaram me de imediato,
Num cobertor amarelo mas amarrotado.
As pessoas chegaram, cheias de prendas na mão.
Algumas tentaram por me um sapato,
Outros acharam melhor não.
Olharam para mim e viram apenas um boneco.
É verdade, não era nada naquela altura.
Mas dali em diante entraria num beco,
Dali em diante estaria numa grande aventura.
Pois, este mundo gigante em que vivemos,
Não é nada mais do que um campo de batalha;
Todos lutamos com garra e sofremos
E no fim, nenhum de nós ganha uma medalha.
Pois todos nós, sem excepção, nascemos para morrer
E o rumo do destino ninguém pode escolher.
Para alguns, foi um dia muito agitado.
Durante a noite esteve um grande nevoeiro
E foi ai que eu nasci. Enrolaram me de imediato,
Num cobertor amarelo mas amarrotado.
As pessoas chegaram, cheias de prendas na mão.
Algumas tentaram por me um sapato,
Outros acharam melhor não.
Olharam para mim e viram apenas um boneco.
É verdade, não era nada naquela altura.
Mas dali em diante entraria num beco,
Dali em diante estaria numa grande aventura.
Pois, este mundo gigante em que vivemos,
Não é nada mais do que um campo de batalha;
Todos lutamos com garra e sofremos
E no fim, nenhum de nós ganha uma medalha.
Pois todos nós, sem excepção, nascemos para morrer
E o rumo do destino ninguém pode escolher.
Eu e o Mundo (1)
Todos os dias ao acordar, olho para a rua,
Vejo sempre uma estrada fria e nua.
A única alegria que tem é o sol que lha passa,
É essa luz que elimina aquele ar de desgraça.
Aquele calor e amarelo intenso,
Provoca em todos um sorriso imenso.
Quando é escondido pelas nuvens cinzentas,
Todos os rostos se enchem de tormentas.
Neste mundo, só o verde da natureza,
Tirando o imenso amarelo passageiro
Que está presente desde a Rússia a Aveiro,
É que nos faz feliz, é a nossa riqueza.
Durante o dia pensamos e vivemos
Mas quando a noite chega todos sofremos.
Todo aquele preto nos invade, toda aquela escuridão,
Transmite-nos a todos o sentimento de solidão.
E no fundo, todos andamos por aí sozinhos,
Pois por milhares de pessoas nós vivemos rodeados
Mas não conhecemos ninguém,
Pensamos que sim mas se procurarmos bem
Há sempre algo mais para descobrir.
A nossa família é o nosso único tesouro,
É só nela que podemos confiar,
Até ao fim, será sempre ela que ao nosso lado vai estar.
Pois só ela nos conhece, é o nosso criador.
Vejo sempre uma estrada fria e nua.
A única alegria que tem é o sol que lha passa,
É essa luz que elimina aquele ar de desgraça.
Aquele calor e amarelo intenso,
Provoca em todos um sorriso imenso.
Quando é escondido pelas nuvens cinzentas,
Todos os rostos se enchem de tormentas.
Neste mundo, só o verde da natureza,
Tirando o imenso amarelo passageiro
Que está presente desde a Rússia a Aveiro,
É que nos faz feliz, é a nossa riqueza.
Durante o dia pensamos e vivemos
Mas quando a noite chega todos sofremos.
Todo aquele preto nos invade, toda aquela escuridão,
Transmite-nos a todos o sentimento de solidão.
E no fundo, todos andamos por aí sozinhos,
Pois por milhares de pessoas nós vivemos rodeados
Mas não conhecemos ninguém,
Pensamos que sim mas se procurarmos bem
Há sempre algo mais para descobrir.
A nossa família é o nosso único tesouro,
É só nela que podemos confiar,
Até ao fim, será sempre ela que ao nosso lado vai estar.
Pois só ela nos conhece, é o nosso criador.
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